Amplitudes no pré-flop no poker: como construí-las e aplicá-las na mesa
Todas as decisões de uma mão de poker começam no mesmo sítio: duas cartas, uma posição e uma escolha. O que separa quem joga por instinto de quem joga com um plano é a capacidade de olhar para essa escolha não como um caso isolado, mas como parte de um conjunto. É disso que se trata quando se fala de amplitudes no pré-flop.
Este guia explica o que são as amplitudes, como se leem, como se constroem posição a posição e como se ajustam ao tamanho da stack e ao formato de jogo.
O que são as amplitudes no pré-flop no poker?
Uma amplitude no pré-flop, ou range, é o conjunto de mãos com que um jogador realiza cada uma das suas ações antes do flop. Representa a seleção de mãos com que se decide fazer raise, call ou fold numa determinada situação.
No Texas Hold’em, as amplitudes descrevem-se de duas formas: através de notação escrita ou através de uma grelha visual. Convém dominar as duas, porque cada uma serve um propósito diferente.
Notação: a forma compacta de escrever uma amplitude
A notação é eficiente em termos de espaço e precisa apenas de uma sequência de texto, traços e vírgulas. É o formato que se usa em apontamentos, fóruns e análises de mão.
As mãos premium, por exemplo, escrevem-se assim: AA-JJ, AKs-AQs, AKo. Ou seja, pares de mão entre ases e valetes, ás-rei suited até ás-rainha suited, e ás-rei offsuit.
O “s” indica suited (mesmo naipe) e o “o” indica offsuit (naipes diferentes). O sinal “+” indica que a mão e todas as que lhe são superiores estão incluídas: A5s+ significa A5s, A6s, A7s e assim sucessivamente até AKs.
A grelha 13×13: a forma visual de ler uma amplitude
A grelha é a forma mais rápida e intuitiva de apresentar uma amplitude, mas ocupa mais espaço. Mostra todas as mãos iniciais possíveis numa matriz de 13 por 13.
As colunas e as linhas são identificadas de ás a dois. Os pares de mão ocupam a diagonal. Por convenção, as mãos suited ficam acima da diagonal e as mãos offsuit ficam abaixo. As ações são depois codificadas por cores em cada quadrado.
Na prática, funciona assim. Para localizar 76o, desce-se pela coluna do 7 até à linha do 6, imediatamente abaixo do par de setes, e verifica-se a cor do quadrado. Para 76s, faz-se o mesmo movimento em sentido inverso: parte-se da linha do 7 e avança-se para a coluna do 6, até ao quadrado imediatamente acima do par de seis.
Por que razão pensar em amplitudes muda o jogo
Pensar em amplitudes é uma das transições mais importantes na evolução de um jogador, porque desloca o raciocínio da mão para a situação.
Ao nível tático, a pergunta deixa de ser “o que faço com estas cartas?” e passa a ser “o que se faz nesta posição, contra este adversário, com esta stack?”. Há ainda uma segunda camada, mais estratégica: analisar a situação, decidir a ação ideal com todas as mãos possíveis nesse cenário e só depois olhar para a mão que realmente se tem.
É esta a base de qualquer estratégia de pré-flop bem construída. Compreender as amplitudes é o primeiro passo para chegar lá.
Por que razão a posição muda tudo
A posição na mesa é definida pela ordem de ação durante a mão. Quanto mais tarde se age, melhor é a posição. Na maioria das variantes, incluindo o Texas Hold’em, essa ordem é determinada pela posição relativa ao dealer. As regras de Seven-Card Stud apresentam um sistema alternativo de definição da ordem de jogo.
O poker é um jogo de informação, e quem age em último lugar numa ronda tem sempre a melhor informação disponível: sabe o que todos os outros já fizeram. Quanto mais cedo se age, maior é essa desvantagem, e mais se depende de ter simplesmente a melhor mão para ganhar o pote.
A compensação é direta. Em posição inicial, a amplitude deve ser mais tight. Nas posições finais, deve alargar-se para tirar partido da vantagem de informação.
Amplitudes de referência por posição numa mesa de nove jogadores
A tabela seguinte apresenta bandas de referência para as situações em que se é o primeiro jogador a entrar voluntariamente no pote. São pontos de partida, não regras fixas.
| Posição | Designação | Amplitude de referência |
|---|---|---|
| EP | Under the gun (UTG), UTG+1, UTG+2 | 10% a 15% das mãos mais fortes |
| MP | Lojack (LJ), hijack (HJ) | 15% a 22% |
| CO | Cutoff, imediatamente à direita do botão | 25% a 35% |
| BTN | Botão | 40% a 50% |
Todas as restantes mãos vão para o fold. A disciplina de largar mãos marginais em posição inicial é, provavelmente, o hábito isolado que mais rapidamente melhora os resultados de um jogador em início de percurso.
O caso particular das blinds
As blinds funcionam de outra forma, porque a partir delas nunca se é tecnicamente o primeiro a colocar fichas no pote. É por isso importante ter em conta que tipo de ação aconteceu antes e qual é o desconto de que já se beneficia por ter colocado a blind.
As primeiras amplitudes de blinds que os jogadores costumam aprender são as de defesa das blinds: contra raises do botão e, no caso da big blind, também contra a small blind.
Como interpretar uma tabela de pré-flop
Uma tabela de pré-flop organiza todas as mãos iniciais possíveis de Texas Hold’em numa matriz de leitura rápida. Basta compreender três princípios para conseguir interpretá-la sem hesitação.
As linhas e as colunas representam, cada uma, uma carta, do ás ao dois. Cada quadrado representa uma mão composta por uma carta com o valor da linha e uma carta com o valor da coluna. Os pares de mão aparecem na diagonal, as mãos suited acima e as mãos offsuit abaixo.
As ações assinalam-se através da cor de cada célula. Se a estratégia recomendada for mista, por exemplo raise em metade dos casos e call na outra metade, a célula pode surgir dividida em duas cores na proporção adequada, muitas vezes com a indicação das percentagens exatas.
Um aviso importante: as tabelas de pré-flop não devem ser usadas de forma rígida. Representam as melhores ações em condições padronizadas. Servem como ponto de partida, e o ajuste à dinâmica da mesa e às leituras dos adversários é sempre responsabilidade de quem joga.
Construir as amplitudes de abertura por posição
A maioria das estratégias de pré-flop começa na amplitude RFI, sigla de “raise first in”. É a amplitude de mãos com que se faz raise, sendo o fold a alternativa, quando se é o primeiro jogador a entrar voluntariamente no pote.
Nas secções seguintes fica um conjunto básico de amplitudes RFI para cada posição numa mesa de nove jogadores. Todas as percentagens indicadas foram calculadas sobre as 1326 combinações possíveis de mãos iniciais.
Posição inicial (UTG, UTG+1, UTG+2)
Em posição inicial, a maioria das mãos vai para o fold. Numa mesa normal, joga-se entre 10% e 15% das mãos mais fortes: pares de mão premium, ases suited fortes, broadways suited fortes e AKo, eventualmente com AQo e AJo para equilibrar.
Os suited connectors não jogam bem fora de posição, e é preferível descartá-los aqui. O potencial que têm de formar mãos grandes não compensa a frequência com que se joga o resto da mão em desvantagem informativa.
Uma versão particularmente tight, útil como núcleo a partir do qual se cresce, fica assim:
- RFI: TT+, AJs+, AQo+ (5,0% das mãos)
- Fold: todas as restantes
Posição intermédia (lojack e hijack)
Com mais jogadores já fora da mão e menos adversários por agir, é possível abrir de forma mais ampla. Numa mesa normal, a banda situa-se entre 15% e 22% das mãos.
É aqui que entram mais ases suited e os primeiros suited connectors altos. Uma regra prática simples é alargar de forma substancial a amplitude de posição inicial: se em EP se jogava TT+, em MP passa a jogar-se 55+, e assim sucessivamente.
Na versão mais tight, esta amplitude fica assim:
- RFI: 55+, A5s+, KTs+, QTs+, JTs, T9s, AQo+, KQo (12,1% das mãos)
- Fold: todas as restantes
Cutoff
No cutoff, a posição imediatamente à direita do botão, restam apenas três jogadores por agir. A amplitude pode alargar-se para incluir todos os pares, a maioria dos ases e reis suited, suited connectors e alguns gappers suited, além das mãos altas offsuit.
Em condições normais, uma amplitude entre 25% e 35% funciona bem. Um exemplo de referência:
- RFI: 22+, A2s+, K2s+, Q5s+, J7s+, T7s+, 96s+, 86s+, 75s+, 64s+, 53s+, A9o+, KTo+, QTo+, JTo (30,3% das mãos)
- Fold: todas as restantes
Botão
O botão é a melhor posição da mesa e a amplitude deve refletir isso. Com apenas as duas blinds por agir, e com a garantia de se jogar em posição em todas as ruas seguintes, abre-se de forma agressiva.
Uma amplitude entre 40% e 50% das mãos é o padrão. Quanto mais confortável se estiver a jogar potes pós-flop, mais ampla pode ser. Um exemplo de referência:
- RFI: 22+, A2s+, K2s+, Q5s+, J7s+, T6s+, 95s+, 85s+, 75s+, 64s+, 54s, 43s, A2o+, K9o+, Q8o+, J9o+, T9o (42,1% das mãos)
- Fold: todas as restantes
Small blind e big blind
Se todos fizerem fold até à small blind, é possível abrir com uma amplitude muito ampla, na ordem dos 40% a 50% das mãos, e é possível ir ainda mais além contra adversários que defendem pouco a big blind. Grande parte do valor destes raises vem precisamente da fold equity, ou seja, das vezes em que o adversário larga a mão de imediato.
Convém lembrar que, assim que se chega ao flop, a small blind fica fora de posição, independentemente de quem seja o adversário. A amplitude ampla compensa-se com cuidado redobrado nas ruas seguintes.
A big blind nunca pode ser a primeira a entrar no pote, mas vale a pena pensar na resposta a um raise anterior. Como as posições finais e a small blind tendem a abrir amplitudes largas, e como já existe um desconto por ter colocado a big blind, a defesa da big blind pode ser lucrativa.
Contra um raise de 3x do botão, num jogo cash com stacks deep, uma estrutura de defesa padrão passa por dividir a amplitude em três blocos:
- 3-bet: 55+, A5s+, K9s+, Q9s+, J9s+, T9s, AQo+ (as melhores 12,1% das mãos)
- Call: a generalidade das restantes mãos suited com potencial de conexão, incluindo os pares baixos, os ases suited menores, os suited connectors e one-gappers, e as mãos broadway offsuit que não entram no 3-bet. No conjunto, situa-se aproximadamente entre 30% e 35% adicionais das mãos
- Fold: todas as restantes
A defesa total ronda assim os 45% das mãos, o que é consistente com o desconto de que a big blind beneficia.
Ajustar as amplitudes ao tamanho da stack
Diferentes tamanhos de stack efetiva exigem diferentes amplitudes de pré-flop. Há três princípios gerais a reter, aplicáveis tanto às variações de profundidade nos jogos cash como à evolução das stacks ao longo de um torneio.
O primeiro: as stacks maiores favorecem mãos especulativas com potencial para formar mãos muito fortes. Pares baixos e suited connectors valem mais quando há mais fichas para ganhar nas ruas seguintes. São as implied odds a fazer o seu trabalho.
O segundo: essas implied odds perdem peso com stacks curtas, e o valor das cartas altas sobe. Numa situação que exija uma amplitude ampla, pode fazer mais sentido incluir T2s com uma stack curta do que 76s, quando com stacks profundas a preferência seria exatamente a inversa. De forma geral, com stacks curtas joga-se um pouco mais tight nas posições iniciais e tenta-se roubar as blinds com maior frequência nas posições finais.
O terceiro: stacks muito curtas, de 20 big blinds ou menos, criam dinâmicas de push-fold. Aqui, faz-se shove com uma amplitude tanto mais ampla quanto mais curta for a stack, porque nestes tamanhos as blinds representam uma fatia significativa do pote e melhoram substancialmente as pot odds da jogada.
Tudo isto continua sujeito à dinâmica da mesa e às leituras individuais dos adversários. Nenhum princípio geral substitui a informação concreta que se tem sobre quem está sentado à esquerda.
Jogos cash e torneios: principais diferenças nas amplitudes
A diferença mais visível entre os dois formatos está na natureza das stacks. Nos jogos cash entra-se geralmente com 50 a 200 big blinds e existe a possibilidade de recarregar, pelo que se joga com stacks profundas de forma consistente. Os torneios evoluem no sentido oposto: as stacks encurtam à medida que os níveis de blinds sobem.
Como já se viu, o tamanho da stack tem um impacto enorme nas amplitudes. Mas há uma segunda diferença, menos evidente e mais determinante.
Num jogo cash, as fichas têm um valor monetário direto. Num torneio, só se traduzem em dinheiro se a eliminação acontecer dentro dos lugares pagos, e o prémio depende da posição em que se termina, não apenas do número de fichas acumuladas. O valor de cada ficha varia, portanto, consoante o tamanho da stack e o número de jogadores ainda em prova.
Existe um modelo matemático que traduz esta realidade: o Independent Chip Model, ou ICM. Sem entrar no detalhe do cálculo, o princípio é o seguinte: as fichas que já estão na stack valem mais do que as fichas que se podem ganhar no pote. A relação intensifica-se perto da bolha e junto a grandes saltos na tabela de prémios.
A consequência prática é simples. Quanto maior for o peso do ICM, mais tight se deve jogar.
Praticar amplitudes no pré-flop na PokerStars
A melhor forma de interiorizar amplitudes é jogar muitas mãos e depois rever as sessões, comparando as decisões tomadas com as amplitudes previamente definidas. A repetição faz o trabalho que a memorização isolada não faz.
A PokerStars oferece vários caminhos para esse trabalho. Há mesas de Poker Zoom para acumular volume em jogos cash, mesas de jogos cash normais para quando se quer mais tempo de reflexão, e Torneios Multimesas (MTT) e Sit & Go para praticar com diferentes tamanhos de stack.
O Poker Zoom é um formato particularmente interessante para este efeito. A tendência é para que os jogadores sejam mais seletivos nestas mesas: há menos calls por tédio e mais jogadores regulares a acumular volume com disciplina. Vale a pena ajustar em conformidade.
A possibilidade de jogar várias mesas em simultâneo também acelera a curva de aprendizagem, ao permitir acumular num só período de jogo muito mais mãos do que seria possível numa única mesa.
A base de dados integrada de Histórico de Mãos completa o processo. Permite rever cada sessão com calma, mão a mão, com as tabelas de amplitudes ao lado.
Por último, os jogos estão disponíveis em limites muito baixos, o que permite jogar a dinheiro mantendo o risco controlado enquanto se consolida a estratégia.
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Como memorizar amplitudes no pré-flop
Convém começar devagar. No início, dominar bem duas ou três tabelas-chave permite depois associar todas as outras amplitudes a essas referências, em vez de tentar reter tudo em paralelo.
Não vale a pena memorizar listas de mãos tal como aparecem escritas. É preferível observar as tabelas visualmente e fixar os padrões: a forma que a amplitude desenha na grelha, onde é que a diagonal se interrompe, até onde chegam os ases suited. Técnicas mnemónicas ajudam a tornar visuais detalhes abstratos como posições, tamanhos de stack e secções da tabela.
O treino também acontece longe da mesa. Uma aplicação de cartões de memória ou um treinador de amplitudes no telemóvel funcionam bem, tal como escrever as amplitudes à mão num caderno. O objetivo é que as amplitudes principais se tornem automáticas.
Rever as sessões mão a mão é, ainda assim, o método mais eficaz, porque combina duas coisas de uma vez: corrigem-se os erros e vê-se a amplitude aplicada a situações reais.
Vale a pena guardar uma ideia final. É muito menos importante decorar na perfeição todas as amplitudes relevantes do que desenvolver uma boa noção de como as ajustar em função da posição, do tamanho da stack, das leituras dos adversários e da dinâmica da mesa.
Erros comuns a evitar no pré-flop
Há armadilhas em que quase todos os jogadores caem no início do percurso. Reconhecê-las cedo poupa muito dinheiro e acelera bastante o estudo da estratégia de pré-flop.
Jogar demasiadas mãos, sobretudo em posição inicial. Com apenas duas cartas na mão, é tentador pagar para ver o flop. Resistir a essa tentação é o primeiro passo, porque jogar bem no pós-flop é muito mais fácil quando se foi seletivo antes.
Ignorar a posição. Uma mão que constitui uma abertura sólida no botão pode ser um fold obrigatório em under the gun. Jogar em posição e fora de posição são cenários completamente diferentes e exigem estratégias distintas.
Fazer open limp. Não o faça. Em jogos de níveis iniciais, a escolha deve ser entre raise e fold quando se é o primeiro jogador a entrar voluntariamente no pote.
Não ajustar ao tamanho da stack. Diferentes profundidades favorecem diferentes mãos. A stack afeta tanto a largura da amplitude como a sua composição.
Seguir as tabelas de forma mecânica. As tabelas são pontos de partida. Representam amplitudes idealizadas para stacks específicas e adversários médios. Na prática, raramente se encontra a situação exata com o tipo certo de jogador à esquerda e precisamente 100 big blinds na stack. A capacidade de ajustar às condições reais da mesa é o que faz a diferença.
Perguntas frequentes sobre amplitudes no pré-flop
As dúvidas seguintes surgem com frequência entre jogadores que estão a começar a trabalhar com amplitudes.
O que é uma amplitude no pré-flop?
Uma amplitude no pré-flop é o conjunto completo de mãos com que um jogador realiza uma determinada ação antes do flop. Em vez de decidir mão a mão, o jogador define previamente quais as mãos com que faz raise, call ou fold em cada posição e situação.
Qual é a diferença entre uma amplitude tight e uma amplitude loose?
Uma amplitude tight inclui poucas mãos e apenas as mais fortes; uma amplitude loose inclui um número maior de mãos, incluindo mãos especulativas. As posições iniciais pedem amplitudes tight, as posições finais permitem amplitudes mais loose.
Quantas mãos se devem jogar a partir do botão?
Numa mesa de nove jogadores, uma amplitude de abertura entre 40% e 50% das mãos é o padrão de referência no botão, quando todos os jogadores anteriores fizeram fold.
O que significa RFI?
RFI é a sigla de “raise first in” e designa a amplitude de mãos com que se faz raise quando se é o primeiro jogador a entrar voluntariamente no pote numa mão.
As amplitudes são diferentes em jogos cash e em torneios?
Sim. A diferença resulta sobretudo do tamanho médio das stacks, geralmente mais profundas nos jogos cash, e do efeito do ICM nos torneios, que torna as fichas já acumuladas mais valiosas do que as fichas em disputa e obriga a jogar de forma mais tight perto da bolha.
Jogo Responsável
O poker deve manter-se uma forma de entretenimento. Antes de começar a jogar, defina limites de depósito, de perdas e de tempo de sessão, e reveja-os com regularidade. As ferramentas de Jogo Responsável estão disponíveis na sua Conta de Poker.
Se sentir que o jogo deixou de ser um passatempo, procure apoio. A Linha Vida disponibiliza aconselhamento gratuito e confidencial através do número 1414. Pode também consultar informação sobre jogo responsável em jogoresponsavel.pt e no portal do Serviço de Regulação e Inspeção de Jogos, em srij.turismodeportugal.pt.
Jogo a dinheiro. Apenas para maiores de 18 anos.